Investir em Inteligência Artificial já deixou de ser novidade para se tornar obrigação para empresas que se julgam inovadoras e com olhar para o futuro. A IBM anunciou recentemente um acordo com a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) para a criação do mais avançado Centro de Pesquisa em Engenharia em Inteligência Artificial do Brasil. Segundo o anúncio da empresa, o projeto terá duração de até 10 anos.

Essa tem sido cada vez mais a prioridade de organizações que trabalham com tecnologia e inovação. E a abrangência das aplicações de IA hoje em dia só aumenta, passando por diversos segmentos de mercado. Além da indústria, a Inteligência Artificial hoje está presente no varejo, na saúde, educação, na área jurídica e na agricultura.

A PGMais, que em 2018 investiu em uma assistente virtual de cobrança dotada de Inteligência Artificial Cognitiva, a Kami, continua a priorizar os investimentos em IA. Em 2019, a empresa vai investir mais R$ 2 milhões numa segunda fase de desenvolvimento de Kami, garantindo novas funcionalidades e recursos ainda mais inovadores para a solução.

“Quando se trata de Inteligência Artificial, tudo muda muito rápido, então sentimos constantemente a necessidade de continuar evoluindo. Entendemos que isso não pára nunca. Nosso propósito é se tornar referência na aplicação de IA em todos os ciclos de relacionamento. Do SAC à cobrança. Daí a importância de continuar investindo”, afirma Paulo Gastão, CEO da PGMais.

O parceiro da PGMais, tanto na criação de Kami quanto no desenvolvimento dessa segunda fase do projeto, é o CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, um dos maiores centros da América Latina em desenvolvimento de TI. A previsão é que essa segunda fase de investimentos e desenvolvimento se estenda até fevereiro de 2020.